Saúde ocupacional mensurável. Um índice que compara cada trabalhador com ele mesmo, a cada trimestre.
Afastamento e sinistro registram o que já aconteceu. A BioCadence acompanha cada trabalhador contra a própria linha de base e mostra, de forma agregada, o que mudou depois que a empresa agiu.
Os exames ocupacionais periódicos registram a situação em cada avaliação, e funcionam para isso. O que acontece entre uma e outra não aparece em lugar nenhum.
É nesse intervalo que a BioCadence trabalha. O protocolo previsto é trimestral: cinco medições ao longo de um ano, no lugar de duas.
Uma nota de 0 a 100, calculada sobre quatro dimensões, sempre contra a série histórica da própria pessoa. Cada resultado declara o quanto confia em si mesmo, conforme a procedência e a recência dos dados que o sustentam.
A camada de entrada parte dos exames ocupacionais que a empresa já realiza. A cada trimestre, o protocolo acrescenta bioimpedância, pressão arterial, circunferência abdominal e os questionários psicossociais. Quem usa dispositivo vestível com exportação aberta ganha resolução — ninguém precisa comprar aparelho para ser acompanhado.
Por desenho: o dado individual é do trabalhador. Ao contratante chega apenas resultado agregado, submetido a um piso mínimo de coorte.
A avaliação psicossocial exigida pela NR-1 entra em trilha separada, com instrumento próprio. Dado fisiológico não serve, e não servirá, como evidência de risco psicossocial.
Empresas com trabalhadores CLT que já realizam exames ocupacionais, com decisão em RH, SST e medicina do trabalho. Gastam com prevenção para reduzir absenteísmo, afastamento e rotatividade.
É o caminho até essa empresa, porque já tem contrato com ela. O formato ainda está em aberto: contratar e oferecer como parte do plano, indicar para contratação direta, ou usar como argumento na renovação.
A BioCadence monitora e identifica padrões de atenção cardiometabólica. Não diagnostica, não prescreve conduta e não prediz risco de doença.
Essa fronteira não é uma ressalva acrescentada no fim: é o que define onde o produto opera. Decisão clínica é do médico, com os instrumentos do médico.